PCPR prende suspeito de roubo a joalheria de Curitiba

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Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem, de 31 anos, suspeito de assaltar uma joalheria situada em shopping na região Central de Curitiba. O roubo ocorreu no dia 13 de setembro deste ano e gerou um prejuízo de R$ 70 mil. O homem foi preso na tarde de segunda-feira (7), em um hotel de bom padrão localizado no Centro da Capital.

Com o suspeito, a PCPR apreendeu quatro correntes de ouro e R$ 5,9 mil e acessórios, entre eles boné e mochila, utilizados por ele no dia do crime – de acordo com análise em imagens de câmeras de monitoramento.

Conforme apurado, o homem teria entrado na loja e mostrado uma arma de fogo para a vendedora do estabelecimento. Ocasião em que roubou um mostruário com diversas correntes de ouro e fugiu no local. De acordo com as investigações, o indivíduo teria tentado praticar o mesmo crime 45 minutos antes na mesma rede da joalheria localizada em um shopping no bairro Alto da XV, em Curitiba.

As vítimas do roubo compareceram na delegacia e reconheceram o suspeito como autor do crime. Além disso, reconheceram duas das correntes apreendidas com ele, sendo objeto proveniente do roubo.

O homem já contava com um mandado de prisão em aberto por roubo e responde ao menos seis inquéritos policiais por crimes contra o patrimônio. Agora, foi novamente autuado por roubo e encontra-se preso à disposição da Justiça.

APOIO – A PCPR prendeu um empresário, de 48 anos, suspeito de jogar ácido no corpo de cinco pessoas, sendo quatro mulheres e um adolescente, de Porto Alegre (RS). A ação aconteceu na sexta-feira (4), em apoio a Polícia Civil do Rio Grande do Sul. O homem foi preso em Curitiba, onde se escondia há aproximadamente três meses.

Os crimes teriam acontecido entre os dias 19 e 21 de junho, nos bairros Nonoai e Hípica, em Porto Alegre (RS). Segundo a polícia gaúcha, o homem ficou conhecido como “maníaco do ácido” e utilizava um HB20 branco na prática dos crimes.

O homem irá responder por tentativa de homicídio e lesão corporal gravíssima. Ele já foi transferido para o Rio Grande do Sul, onde encontra-se preso à disposição da Justiça gaúcha.

Fonte/PCPR

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